
Nossa blitz nos ônibus está sempre atrás de novidades, mesmo aos olhos mais acostumados às viagens diárias. Já abordamos em alguns posts, mas sempre é bom relembrar ou mostrar aos novos leitores as nossas observações nessas blitze.
Muitos perguntam, por que o maior enfoque nos ônibus? É porque os usuários, os passageiros envolvidos tem um maior relacionamento com os condutores, os motoristas e os cobradores. Já nos trens, a relação dessa interatividade é quase que nula. Não há comunicação entre os condutores e passageiros, já que os paradas são programadas nas estações, tenha quem sair ou não e ou tenha quem vá embarcar ou não. E dessa situação de envolvimento mais direto, acabam nos oferecendo maiores subsídios. Há casos de relatos surpreendentes. E é justamente sobre esses condutores dos ônibus que iremos discorrer nesse post.
Limpeza acima de tudo
Mau humor dos cobradores
Em um dos posts publicados recentemente, comentamos que é necessário treinamentos aos cobradores e que esses exerçam o direito de pedir aos que ocupam o assento preferencial quando ocupados por pessoas sem o enquadramento de idosos, gestantes e deficientes. Pois bem, além de não haver esse tipo de capacitação, não há regras para a postura desse profissional. A desatenção é grande principalmente quando se está usando o celular ligado nas redes sociais ou nas mensagens online. Tudo pode acontecer ao lado da pessoa que não vê o que se passa em sua volta. Às vezes, fica tão mau humorado que passa a ser agressivo e desconta nos passageiros.
Presenciamos uma cobradora da linha Lapa/Pça. Ramos - n. 8000 ônibus de numeração 12.969 da Viação Sta. Brígida, no horário das 11:03 horas, que destratou uma gestante que não poderia passar através da catraca, que havia solicitado ajuda da cobradora para girar a catraca e sair pela porta da frente. Resultado: a passageira registrou a reclamação fotografando a pessoa e anotou o telefone para as devidas queixas aos órgãos reguladores do transporte municipal da cidade de S. Paulo. Nós do Instituto Vital apoiamos a atitude da passageira. Assistimos o ocorrido e hipotecamos solidariedade.
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