quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Segunda parte do tema: Doação dos Voluntários Honorários.

"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine." (São Paulo)

Outro dia desses postei sobre a minha forma de entendimento sobre doação. Discorri desde quando era moleque, quando despertei-me para a caridade, ajuda, amparo, participação, doação, voluntariado, generosidade e por aí vai. Lá dizia, "Tudo o que dás, receberás de volta, o que não dás, ficará para os outros"- (Rustaveli). 
Nosso Instituto Vital precisa de ajuda e eu não desistirei de pedir aos bons de coração, às empresas que possam deduzir 2% do I.R. e até aos meus amigos que porventura, possam contribuir de maneira voluntária.
Recentemente tive dois "inputs". É claro que não podia deixar de ser, um bom e outro ruim, não precisa ser gênio para perceber isso. Pois então, vamos aos fatos. O primeiro input, o negativo. Voltava do almoço com um amigo, Marcos Gottlieb, do turismo, área que deixei neste ano, em maio passado. Vínhamos na calçada da avenida São Luís quando me deparei com outra figura conhecida no turismo, R. Cassulino (o R é de Raimundo, ele odeia – risos), e vindo ao nosso encontro disse: – Tudo bem, Salim? Por onde andas? Respondi, que havia saído da Gapnet (empresa concorrente de onde ele atua) e fundei o Instituto Vital do Bem Estar da Terceira Idade/Anjos da 3a. Idade, uma Ong. E logo ele soltou uma pérola, a mais temida por mim, desde a fundação do Vital.
"– Ah, uma daquelas Ongs do PT para lavar grana?".
É claro que simpaticamente respondi a ele que não era nada disso e etc. Pediu-me que o visitasse e mostrasse a ele o nosso projeto. Com certeza iremos visitá-lo e tirar a má impressão que ele tem sobre o assunto.
Segui em frente e comentei com o Marcos, ainda caminhando ao meu lado: – Viu só! Essa é a ideia que todos tem de quem funda uma Ong. Infelizmente a realidade foi maculada pelos partidos políticos, e mais 
quem está no poder, ou seja, o Partido dos Trabalhadores, a filha do Lula, os amigos do Zé Dirceu, Genoíno e outros que sujaram as entidades do terceiro setor. No meu caso, todos me conhecem e sabem do meu caráter, isso não ocorrerá e jamais permitirei que se manche a minha reputação que construí nesses 45 anos de vida profissional. O Marcão deu boas risadas e me falou que a minha trilha seria espinhosa e muito difícil. Me lembro desse conteúdo nos textos budistas.

"A verdadeira caridade surge espontaneamente de um coração simpático, antes mesmo que qualquer pedido seja feito. Ela é a pessoa que dá, não ocasionalmente, mas constantemente."

Cobrei dele uma nova conversa daqui uns anos, talvez no mesmo local. Mostrarei a ele que o comentário do velho Cassula estará completamente errado e que a dúvida do sucesso que o Marcos comentou, cairá por água abaixo. 
Isso é o que veremos no futuro. Volto agora no in put positivo, o outro fato que ocorreu neste mesmo dia. "A caridade é o único tesouro que se aumenta ao dividi-lo" - (Cesare Cantú). Temos feito, na Campanha de Doações e Contribuições nas redes sociais e no network diário, pedidos para ajuda. Pois sem ela, nossos projetos não vingarão. Até o momento, as despesas estão sendo cobertas pelos meus fundos pessoais. Mas como a nossa Cantareira, uma hora pode secar e não tenho o volume morto para utilizar, teria sim, uma morte de nossos projetos e dos objetivos do Instituto Vital. E sobre este assunto é que aborda o input positivo. Resolvi dividir as tarefas do dia a dia da nossa Ong. Criaremos a figura do VOLUNTÁRIO HONORÁRIO DO VITAL. 

Já que muitos não podem contribuir com importâncias e outros duvidam da finalidade do nosso Instituto. A figura do Voluntário Honorário doará parte do seu tempo para ajudar o Vital. Como? Adotando uma das áreas disponíveis que criamos. A área de participação da CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PROJETOS, área de APOIO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO, APOIO EM TECNOLOGIA (DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO), GRUPO DE ATORES DE TEATRO AMADOR, e o quinto e último, como CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Quanto mais voluntários honorários, melhor. Faremos uso de comunicação entre as partes, via online, através de aplicativos de conversas, Messenger do Facebook, WhatsApp, e-mails pessoais e telefone. Assim discutiremos ações para projetos novos, apoios contábeis, tecnológico, planejamento estratégico e recursos para melhor desenvolver o Vital. Esse tipo de ajuda é compulsório, cada um fará no devido momento, sem atrapalhar o trabalho normal de cada um.
*Exceto o grupo de atores que irão trabalhar em campo com figurinos próprios e cenários montados em tablados, onde faremos apresentações e dramatizações dos temas ligados a atuação do INVIBES da 3a. IDADE. 

No restante, o trabalho de voluntariado honorário acontecerá nas oportunidades quando surgirem, o voluntário introduz o papo de sua área de atuação. Cinco minutos por dia, uma conversa na hora do almoço, no momento do happy-hour, na hora do break para fumar, um final de semana entre amigos, as oportunidades poderão ser aproveitadas e a ajuda aparecerá quando menos se esperar. Nós acreditamos nesse modelo! E então, qual área você deseja escolher para poder ajudar o Vital a realizar os projetos? Muito obrigado.

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