quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Relatório final da Blitz RT de 14/out/14.

Blitz RT do Vital.
Dia 14/out/14 - 
11:00 – Saída do terminal Lapa, ônibus da linha 8000. 


Destino Praça Ramos, na verdade parada na rua Xavier de Toledo, quase próxima da rua 7 de Abril, aproximadamente uma quadra da Praça Ramos, Teatro Municipal de S. Paulo.

Iniciamos o relato sem novidades e nenhuma ocorrência. Ônibus com poucos passageiros, quase nenhum assento preferencial ocupado na frente da cabine, antes da passagem da catraca. Parada no primeiro ponto, subida de uma criança especial (síndrome de Down) acompanhado da mãe. A lei faculta ao portador da síndrome de Down ter um acompanhante que não paga, juntamente com ele.
Durante o percurso nada de estranho, até parecia que ninguém queria usar aquele ônibus. Registramos duas ocorrências anormais nesse percurso. Primeiro, quando o ônibus passava no desnível (túnel) no final da avenida Francisco Matarazzo e início dos baixos do Minhocão, ficando numa tremenda escuridão, o motorista não acende as luzes internas, sabemos que, são poucos segundos, cerca de 25, mas se alguém se levantar e o coletivo for fechado ou tiver que frear bruscamente, alguém poderá se machucar. Fica o registro negativo, informaremos a empresa de ônibus. Mais em seguida, registramos o segundo fato. Um ciclista estava na faixa exclusiva dos ônibus. Após uma buzinada e gritos com a porta do coletivo aberta, o motorista se estressou com o ciclista, discutiram quem tinha ou não razão. [ Fomos ver na lei e encontramos o seguinte: NÃO HÁ LEI NORMATIZANDO, porém existem discussões tipo: – Com relação às faixas de ônibus, o ciclista pode utilizá-las legalmente? O secretário (de Transportes de São Paulo), Jilmar Tatto já deu declarações sobre isso onde ele ressalta que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz para o ciclista usar a faixa da direita. Um dos critérios para desenvolver uma rede cicloviária é a velocidade, é ela que vai dizer o nível de segregação que se tem que fazer. Hoje as faixas estão indicadas com limite de 50 km/h. Não há impedimento legal para isso. A menos que haja sinalização de via que diz que a bicicleta não deve circular por ali.] 
Depois, após a parada no próximo ponto para que os passageiros descessem, o ciclista se afastou. 
Caso encerrado, graças a Deus. Chegada ao ponto final, nada de novo ocorreu.

15:30 - Volta, saída da rua Xavier de Toledo. Ônibus bi-articulado, horário em que há muito mais usuários. Também há mais lugares reservados aos assentos preferenciais. Retorno tranquilo. Nada a ser registrado, apenas algumas pessoas desavisadas se utilizando do assento preferencial, porém como não havia usuários com necessidade, o espaço por lei, se torna possível de uso sem restrição. Novamente no mesmo trecho do desnível (túnel), o motorista não acendeu a iluminação interna, deixando o coletivo às escuras.
O que notamos e desta vez já é um número de usuários relativamente grande, é a subida e descida na parte da frente do ônibus, de pessoas que não se identificam junto ao cobradores e motoristas, não apresentando a documentação de maior de 60 anos e saem livremente com a maior cara de pau, se aproveitam do fato de se abrir a porta frontal para a subida de novos passageiros. Se a empresa tiver as filmagens através de câmeras, poderão sofrer advertência pelos gerentes responsáveis que supervisionam os trajetos dos ônibus. 
Por hoje foi este nosso relato da Blitz do Vital. Como resultado final, entendemos que não estão havendo ocorrências de pessoas abusando dos lugares preferenciais destinados aos idosos, gestantes e deficientes físicos. Saldo positivo. Até a próxima, #amigosdosidosos.

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