Também visitamos lojas nos shoppings e nos deparamos com algumas discrepâncias na adoção de filas e os caixas preferenciais que é de lei, e que não foram adotadas, consequentemente abusando e burlando do Estatuto do Idoso e outros preferenciais como deficientes, gestantes e mulheres com criança de colo.
domingo, 24 de agosto de 2014
Impressões de dois dias de mini-Blitz.
Dois dias de mini-Blitz do Vital em ônibus, lojas, bancos, cinemas, estacionamentos e supermercados.
Nesta quinta e sexta-feira, dias 21 e 22 de agosto, fizemos alguns roteiros previamente programados. Utilizamos trens e ônibus em linhas que se cruzam, zona oeste (Lapa, sede do Vital) e as do centro (Avenidas Angélica e Paulista). Como todos já sabem, são rotas de lojas, supermercados, clínicas e hospitais, além de outros pequenos negócios que levam ao um afluxo de pessoas, numa verdadeira indas e vindas incessante, esta é a realidade dos transportes coletivos de S. Paulo. Uma verdadeira loucura, talvez pior do que se imagina, só os usuários sabem bem disso, e nós agora em pesquisas de campo, estamos constatando e vivenciando o verdadeiro caos no transporte urbano.
Também visitamos lojas nos shoppings e nos deparamos com algumas discrepâncias na adoção de filas e os caixas preferenciais que é de lei, e que não foram adotadas, consequentemente abusando e burlando do Estatuto do Idoso e outros preferenciais como deficientes, gestantes e mulheres com criança de colo.
Também vimos a luta para se sentar, até quando o espaço dos assentos preferenciais está completo, acabam utilizando o espaço destinados aos deficientes visuais com cão guia/ou cadeirantes, local este próximo da catraca e do cobrador.
Outro detalhe é que os idosos cada vez mais fazem uso das linhas em horários específicos entre às 09:00 e 11:00, no período matinal e das 14:00 até às 16:30 horas na parte vespertina. E temos toda a sorte de idosos. Mesmo não aparentando mais de sessenta e cinco e até aqueles que tem dificuldade de locomoção e insistem em usar os ônibus com a ajuda de uma pessoa mais nova, os cuidadores, aí temos um conflito, pois o mais jovem também se vale do assento preferencial, impedindo que outra pessoa de direito se ocupe desta cadeira. Finalmente notamos que o uso dos assentos por parte de pessoas mais jovens, durante essas viagens que fizemos nos ônibus, não tiveram muitos abusos. Quando surgia um idoso, o local era prontamente desocupado pelo "invasor" mais jovem. No Metrô a situação muda um pouco, nesse caso, os idosos lutam mais pelos seus direitos, já que o meio de transporte é mais usado pela maioria de "não idoso" e as distâncias são maiores, e ficar de pé por cortesia, custa mais dores no corpo do que o mico de ficar "dormindo com head phone". Creio que a ideia de ter vagões, o primeiro e o último só para os preferenciais em todo o período (não apenas em certos horários) de funcionamento, seria uma boa medida por parte das autoridades e responsáveis pelos transportes coletivos.
Nos bancos e em lojas, tivemos duas situações. Nos bancos os caixas preferenciais já se tornaram uma realidade, apenas julgamos que a quantidade é pequena, quase sempre é uma dentre uma quantidade, que oscila de seis a dez para os usuários normais. Num outro local, numa loja, vimos a placa "Fila única", coisa do passado e que no caso de uma fiscalização, a loja certamente será penalizada. Embora o produto seja elitizado, os idosos não tem categoria de classe social, idoso é idoso, em qualquer circunstância. Portanto, meus caros #amigosdosidosos, esse é o nosso relatório destes dois dias de pesquisas. Em breve voltaremos com outras informações para que todos saibam, o quanto os nossos " velhinhos" sofrem nessa selva, chamada de S. Paulo e o que passam nos transportes coletivos e serviços em gerais.
Também visitamos lojas nos shoppings e nos deparamos com algumas discrepâncias na adoção de filas e os caixas preferenciais que é de lei, e que não foram adotadas, consequentemente abusando e burlando do Estatuto do Idoso e outros preferenciais como deficientes, gestantes e mulheres com criança de colo.
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