quarta-feira, 30 de julho de 2014

Primeiro teste da Blitz do Vital - Relatório geral.

Próxima parada, Blitz do Vital.
Olá #amigosdosidosos hoje começamos a fase de experiências para testar a Ação Blitz do Vital que iremos promover em breve. Esta ação será feita simultaneamente com equipes multidisciplinares nos transportes coletivos, nas três modalidades, ônibus, trens e metrô. Também em órgãos de serviços como bancos, supermercados, lojas de departamentos, serviços dos governos municipais, estaduais e federais, bilheterias de cinema, casa de shows, circos, eventos vários. Por enquanto estamos testando para verificar horário de pico, horários moderados, período de férias, período escolar, trechos e locais de partidas e retorno para casa. Finais de semana e dias comerciais. A equipe ainda é pequena, justamente estaremos medindo os números de pessoas para as grandes pesquisas. Em razão disso, saímos em dias e horários para dimensionar melhor as reais necessidades deste projeto. 

Levantaremos os custos inerentes desta ação global e quantos apoiadores iremos precisar. Esta fase consideramos como "Preliminar", onde o estudo da viabilidade e a necessidade destes resultados. Depois disso, faremos os estudos para a melhora das condições e faremos as apresentações aos canais competentes e mudar a dura realidade dos direitos dos idosos que andam prejudicados por falta de compreensão e acima de tudo colaboração das pessoas incultas que desrespeitam esse direito constitucional estabelecido no Estatuto do Idoso.
A ação #estamosdeolho neste momento faz apenas algumas denúncias nas redes sociais. Age no momento em que faz o registro, pedindo colaboração e convoca às pessoas próximas para agirem nesse sentido. Registramos via foto ou relato, pois muitas vezes as fotos criam situações críticas e constrangedoras, ocasionando agressões e truculências, às vezes. Isso não é razão para que desistamos, pelo contrário, faremos isso com ou sem apoio. É nossa missão deixar este legado e zelar pelos idosos, conforme a nossa filosofia estabelecida a fundação do instituto. 
No último dia 30 de julho, quarta-feira saímos da estação Lapa de trens da CPTM às 11:00 horas. Até onde pudemos verificar os assentos preferenciais estavam ocupados por pessoas idosas, mães com crianças de colo e na falta deles a ocupação foi livre, porém haviam lugares vagos. A constatação é que os idosos preferem os ônibus, pois as paradas são maiores e próximas das ruas, cujos locais são de interesse maior desta população. Por exemplo, as Linhas 8000 da Viação Santa Brígida, fazem trechos do Terminal Lapa até o centro da cidade, região da rua Xavier de Toledo. Nesse caminho deparamos com quatro shoppings centers, a Prefeitura, uma sub-prefeitura, dezenas de supermercados,  postos médicos, lojas para aquelas compras rápidas e baratinhas, tipo R$ 1,99, pet-shops, salões de beleza, enfim um espectro multifacetado de coisas que mais as pessoas adoram fazer no dia. Já o trem e o Metrô, tem as estações como referências, porém os idosos usam de maneira mais racional, por isso menos vezes e nunca no horário de pico. Hoje não fugiu à regra. Descemos na estação Barra Funda, Linha Vermelha ou número 03 e trocamos para o Metrô. Rumamos até a estação Sé para baldear para a linha Norte-Sul, número 01, ou Azul. Esta um pouco mais cheia. Todos os lugares preferenciais ocupados, muita gente de pé. Já na chegada a estação Liberdade observamos um exemplo de civilidade, deram os lugares para duas senhoras bem idosas, uma delas de bengala. Outras pessoas menos idosas também permitiram que outras aparentando mais idade que se sentassem. Pensamos que as coisas estavam indo bem. Mas não passava das 11:30 horas e nesse horário ainda temos o império da cordialidade. Até vimos um portador de síndrome de Down sentado e rumava para a estação Santa Cruz, posto que é a estação mais próxima da APAE. Descemos na Santa Cruz, às 11:36 horas, horário de pico de escola nas imediações e no shopping de mesmo nome. Chegamos no SUS/CRT e verificamos o atendimento preferencial. Também nada de especial, tudo transcorreu na normalidade. Será que não é preciso os préstimos dos guardiães do Instituto Vital do Bem Estar da 3a. Idade? 
Hora de fazer o mesmo percurso de volta. Já se passava das 13:00 horas. Voltamos para estação Santa Cruz. Começa um pequeno alvoroço, empurra-empurra, estudantes nos assentos preferenciais, mas conforme alguns idosos ingressam no vagão, as gentilezas aparecem.
NOTA: Vimos pessoas bem obesas de pé, lembramos que a obesidade mórbida também carece de assentos preferenciais, porém as pessoas não se sensibilizam e acabam não cedendo o lugar. Se sobrar o assento azul (de preferencial) em alguns vagões, os gordos se acomodam, caso contrário, ficam de pé. Nas estações Vergueiro, São Joaquim e Liberdade, idosos da colônia japonesa e estudantes se misturam e travam uma boa batalha para se acomodarem, mas nessa viagem, o bom senso imperou. 

Troca de linhas novamente na estação Sé. Muita gente, mas tudo em ordem. As escadas rolantes funcionaram bem. Gente subindo e gente descendo. Seguimos na linha Vermelha de volta para Barra Funda, tinha até rapaz com skate sentado, próximo da porta, hábito que a maioria dos usuários fazem muito nos trens da CPTM, principalmente nas junções dos trens articulados. Não é recomendado pelos seguranças. Chegamos a estação terminal, descemos e seguimos para a plataforma dos trens CPTM. Linha Diamante, número 08, Júlio Prestes a Itapevi (Amador Bueno). Pegamos o último vagão. Mais um corre-corre e alguns passageiros afobados correndo para se sentarem. Os assentos preferenciais foram preservados, não houve abuso. Próxima parada, estação Lapa. Lá descemos. Numa próxima avaliação, seguiremos até o final para um outro relato. Notamos que nestas estações, não há escadas rolantes. São escadarias bem altas e com mais de trinta degraus. Observamos alguns idosos com dificuldades em caminhar nessas condições. Outro item que iremos pautar com as autoridades estaduais e federais. Para se ter uma ideia do que se passa ali, ouvimos de um garotinho, voltando com a avó, dizendo já cansadinho e carregando uma pesada mochila:
– Bem que poderiam colocar escadas rolantes, né vó?

terça-feira, 29 de julho de 2014

Um poeta solitário que viveu e celebrou a vida. Mário Quintana.

Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.

Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.

Mario Quintana não se casou nem teve filhos. Solitário, viveu grande parte da vida em hotéis: de 1968 a 1980, residiu no Hotel Majestic, no centro histórico de Porto Alegre, de onde foi despejado quando o jornal Correio do Povo encerrou temporariamente suas atividades, por problemas financeiros e Quintana, sem salário, deixou de pagar o aluguel do quarto. Na ocasião, o comentarista esportivo e ex-jogador da seleção Paulo Roberto Falcão cedeu a ele um dos quartos do Hotel Royal, de sua propriedade. A uma amiga que achou pequeno o quarto, Quintana disse: "Eu moro em mim mesmo. Não faz mal que o quarto seja pequeno. 
É bom, assim tenho menos lugares para perder as minhas coisas".
Essa mesma amiga, contratada para registrar em fotografia os oitenta anos de Quintana, conseguiu um apartamento no Porto Alegre Residence, um apart-hotel no centro da cidade, onde o poeta viveu até sua morte. Ao conhecer o espaço, ele se encantou: "Tem até cozinha!". Em 1982, o prédio do Hotel Majestic, que fora considerado um marco arquitetônico de Porto Alegre, foi tombado. Em 1983, atendendo a pedidos dos fãs gaúchos do poeta, o governo estadual do Rio Grande do Sul adquiriu o imóvel e transformou-o em centro cultural, batizado como Casa de Cultura Mario Quintana. O quarto do poeta foi reconstruído em uma de suas salas, sob orientação da sobrinha-neta Elena Quintana, que foi secretária dele de 1979 a 1994, quando ele faleceu. Segundo Mario, em entrevista dada a Edla Van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida.5 Faleceu em 1994 em Porto Alegre. Encontra-se sepultado no Cemitério São Miguel e Almas em Porto Alegre. Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.

O poeta tentou por três vezes uma vaga à Academia Brasileira de Letras, mas em nenhuma das ocasiões foi eleito; as razões eleitorais da instituição não lhe permitiram alcançar os vinte votos necessários para ter direito a uma cadeira. Ao ser convidado a candidatar-se uma quarta vez, e mesmo com a promessa de unanimidade em torno de seu nome, o poeta recusou.

• Vale a pena viver - nem que seja para dizer que não vale a pena...


• Viver é acalentar sonhos e esperanças, fazendo da fé a nossa inspiração maior.É buscar nas pequenas coisas, um grande motivo para ser feliz!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Um cristão que lutou pelos direitos civis, como Jesus pregava. Foi assassinado.

Martin Luther King Jr. (Atlanta, 15 de janeiro de 1929 — Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

Divulgação
Martin Luther King, Jr. nasceu em 15 de janeiro de 1929, em Atlanta, Geórgia. Filho de Martin Luther King, Sr. e de Alberta Williams King. Seu nome legal ao nascer era de "Michael King"; seu pai, que mudou seu nome de Michael a Martin Luther, disse mais tarde que o nome de Michael foi registrado incorretamente. Martin, Jr. era o filho do meio entre a irmã mais velha, Willie Christine King, e um irmão mais novo, Alfred Daniel Williams King. Cantou com o coro da igreja em Atlanta na estréia filme E o Vento Levou. No entanto, mais tarde ele concluiu que a Bíblia tem "muitas verdades profundas que não se pode escapar" e decidiu entrar para o seminário.

King era originalmente cético em relação a muitas das reivindicações do cristianismo. O mais impressionante foi, talvez, a sua negação inicial da ressurreição corporal de Jesus durante a Escola Dominical com treze anos de idade. A partir deste ponto, ele declarou: "as dúvidas começaram a brotar inexoravelmente".

Um ministro Batista, King tornou-se um ativista dos direitos civis no início de sua carreira. Ele liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e ajudou a fundar a Conferência da Liderança Cristã do Sul (SCLC), em 1957, servindo como seu primeiro presidente. Seus esforços levaram à Marcha sobre Washington de 1963, onde ele fez seu discurso "I Have a Dream".

Em 14 de outubro de 1964 King recebeu o Prémio Nobel da Paz pelo o combate à desigualdade racial através da não violência. Nos próximos anos que antecederam a sua morte, ele expandiu seu foco para incluir a pobreza e a Guerra do Vietnã, alienando muitos de seus aliados liberais com um discurso de 1967 intitulado "Além do Vietnã".

King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Ele recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977 e Medalha de Ouro do Congresso em 2004; Dia de Martin Luther King, Jr. foi estabelecido como um feriado federal dos Estados Unidos em 1986. Centenas de ruas nos EUA também foram renomeadas em sua homenagem.

Martin Luther King era odiado por muitos segregacionistas do sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel da cidade de Memphis. James Earl Ray confessou o crime, mas, anos depois, repudiou sua confissão. Encontra-se sepultado no Centro Martin Luther King Jr., Atlanta, Fulton County, Geórgia nos Estados Unidos. A viúva de King, Coretta Scott King, junto com o restante da família do líder, venceu um processo civil contra Loyd Jowers, um homem que armou um escândalo ao dizer que lhe tinham oferecido 100.000 dólares pelo assassinato de King.

Em 1986 foi estabelecido um feriado nacional nos Estados Unidos para homenagear Martin Luther King, o chamado Dia de Martin Luther King - sempre na terceira segunda-feira do mês de janeiro, data próxima ao aniversário de King. Em 1993, pela primeira vez, o feriado foi cumprido em todos os estados do país.
(Extraído do Wikipédia)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Um brasileiro valoroso. Obstinado, deixou sua marca na aviação mundial.

Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873 — Guarujá, 23 de julho de 1932) foi um aeronauta, esportista e inventor brasileiro .

Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX. Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.

Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.

Apesar de os brasileiros considerarem Santos Dumont como o responsável pelo primeiro voo num avião, na maior parte do mundo o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wright. Uma excepção é a França, onde o crédito é dado a Clément Ader que efetuou o primeiro voo de um mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890. A FAI, no entanto, considera que foram os irmãos Wright os primeiros a realizar um voo controlado, motorizado, num aparelho mais pesado do que o ar, por uma decolagem e subsequente voo ocorridos em 17 de dezembro de 1903 no Flyer, já que os voos de Clément Ader foram realizados em segredo militar, vindo-se apenas a saber da sua existência muitos anos depois. Por outro lado, o 14-Bis de Dumont teve uma decolagem autopropulsada, reconhecida oficialmente por público e jornalistas, tendo sido a primeira atividade esportiva da aviação a ser homologada pela FAI.

(Extraído do Wikipédia)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Um quase Deus do budismo, Dalai Lama, o grande mestre espiritual.

Jetsun Jamphel Ngawang Lobsang Yeshe Tenzin Gyatso (nascido Lhamo Döndrub em tibetano), Taktser, 6 de julho de 1935) é o 14º e atual Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano. Considerado a reencarnação do bodisatva da compaixão, Tenzin Gyatso é monge e geshe (doutor) em filosofia budista, recebeu o Nobel da Paz e foi agraciado com mais de 100 títulos honoris causa.

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O Dalai Lama é o título de uma linhagem de líderes religiosos da escola Gelug do budismo tibetano, tratando-se de um monge e lama, reconhecido por todas as escolas do budismo tibetano. Também foram os líderes políticos do Tibete entre os século XVII até 1959, residindo em Lhasa. O Dalai Lama é também o líder oficial do governo tibetano em exílio, ou Administração Central Tibetana. "Lama" é um termo geral que se refere aos mestres budistas tibetanos. O atual Dalai Lama é muitas vezes chamado de "Sua Santidade" por ocidentais, embora este pronome de tratamento não exista no tibetano, não se tratando de uma tradução. Tibetanos podem referir-se a ele através de epítetos tais como Gyawa Rinpoche que significa "grande protetor", ou Yeshe Norbu, a "grande joia".
Como 14º Dalai Lama, líder e mentor do povo tibetano. Considerado por muitos uma das vozes mais lúcidas e comprometidas com a paz, procura estabelecer o diálogo e difundir a necessidade da compaixão no cenário mundial contemporâneo.

Em 1959 foi obrigado a abandonar o Tibete, altura em que este é invadido pela República Popular da China. Disfarçado de soldado e na companhia de familiares, conseguiu atravessar a fronteira da Índia e assim evitou ser capturado pelos chineses. Instala-se em Dharamsala a convite do governo de Jawaharlal Nehru, e aí constituiu o governo tibetano no exílio, onde ainda permanece.

Sobre os Dalai Lama: Acredita-se que o Dalai Lama seja a reencarnação de uma longa linha de tulkus, que optaram pela reencarnação, a fim de esclarecer a humanidade. O Dalai Lama é muitas vezes considerado o chefe da Escola Gelug, mas esta posição oficialmente pertence ao Ganden Tripa, que é uma posição temporária nomeada pelo Dalai Lama (que, na prática, exerce mais influência). Pode-se considerar que Sua Santidade é o "rei" do Tibet, que foi durante muito tempo um Estado governado por líderes religiosos que no ocidente são chamados de teocráticos, o termo não é exato porque no Budismo não há a figura de um único Deus criador. Dalai significa "Oceano" em mongol e "Lama" é a palavra tibetana para mestre, guru, e várias vezes referido por "Oceano de Sabedoria", um título dado pelo regime mongoliano a Altan Khan (o terceiro Dalai Lama) e agora aplicado a cada encarnação na sua linhagem. Os Dalai Lama são mostrados como sendo a manifestação de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da Compaixão, cujo nome é Chenrezig em tibetano. Após a morte do Dalai Lama, uma pesquisa é instituída pelos seus discípulos para descobrir o seu renascimento, ou tulku.

(Extraído do Wikipédia)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Para fazer o bem, basta usar o coração. Uma missão divina.

Anjezë Gonxhe Bojaxhiu M.C. (Skopje, 26 de agosto de 1910 — Calcutá, 5 de setembro de 1997), conhecida mundialmente como Madre Teresa de Calcutá ou Beata Teresa de Calcutá, foi uma missionária católica de etnia albanesa, nascida no Império Otomano, na capital da atual República da Macedônia e naturalizada indiana, beatificada pela Igreja Católica em 2003. Considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação "Missionárias da Caridade", tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de "Santa das sarjetas".
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Anjezë Gonxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, filha de pais albaneses, numa família de três filhos, sendo duas moças e um rapaz. Embora ela tenha nascido a 26 de agosto, ela considerava o 27 de agosto, o dia em que foi batizada, como o seu " verdadeiro aniversário". Ela nasceu em Üsküp, então capital do Vilayet do Kosovo, subdivisão do Império Otomano. Sua cidade natal é hoje a atual Skopje, capital da República da Macedônia.

Começou por fazer votos aos 18 anos nas Irmãs de Nossa Senhora do Loreto (Instituto Beatíssima Virgem Maria), na Irlanda, onde pouco tempo viveu.

Já na Índia, a serviço dessa congregação como professora, ao primeiro lar infantil ou "Sishi Bavan" (Casa da Esperança), fundada em 1952, juntou-se ao "Lar dos Moribundos", em Kalighat. A princípio, ela teve alguns problemas de ordem religiosa, com alguns grupos que professavam uma outra fé, e consequentemente, uma outra religião e cultura, mas com o passar do tempo, todos foram notando, que ela tinha realmente boas intenções, e que sua obra tinha verdadeiramente um caráter nobre. Assim, ela começa a receber donativos de hindus, muçulmanos, budistas, etc. 
Mais de uma década depois, em 1965, a Santa Sé aprovou a Congregação Missionárias da Caridade e, entre 1968 e 1989, estabeleceu a sua presença missionária em países como Albânia, Rússia, Cuba, Canadá, Palestina, Bangladesh, Austrália, Estados Unidos da América, Ceilão, Itália, antiga União Soviética, China etc.

O reconhecimento do mundo pelo seu trabalho concretizou-se com o Prêmio Templeton, em 1973, e com o Nobel da Paz, no dia 17 de outubro de 1979.

Local de nascimento da Madre Teresa em Skopje, República da Macedônia.
Morreu em 1997 aos 87 anos, de ataque cardíaco, quando preparava um serviço religioso em memória da Princesa Diana de Gales, sua grande amiga, que faleceu num acidente de automóvel em Paris. Tratado como um funeral de Estado, vários foram os representantes do mundo que quiseram estar presentes para prestar a sua homenagem. As televisões do mundo inteiro transmitiram ao vivo durante uma semana, os milhões que queriam vê-la no estádio Netaji. Encontra-se sepultada em Motherhouse Convent, Calcutá, Bengala Ocidental na Índia.3 No dia 19 de outubro de 2003, o Papa João Paulo II beatificou Madre Teresa.

O seu trabalho missionário continua através da irmã Nirmala, eleita no dia 13 de março de 1997 como sua sucessora.

Um de seus pensamentos era este: “Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A paz começa com um sorriso”. Criou as missionárias da caridade, onde todas as freiras iriam ajudar não a ela, mas sim a todos os necessitados.

(Extraído do Wikipédia)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Há oito anos atrás, Raul Cortez nos deixava. O legado ficou.

Raul Christiano Machado Pinheiro de Amorim Cortez, conhecido apenas como Raul Cortez (São Paulo, 28 de agosto de 1932 — São Paulo, 18 de julho de 2006) foi um consagrado ator brasileiro.

Pai da também atriz Lígia Cortez, fruto do seu casamento com a atriz Célia Helena, e de Maria, essa com Tânia Caldas. O ator teve duas netas, filhas de Lígia: Vitória e Clara.
Descendente de espanhóis (por parte do pai) e de portugueses, Raul era o mais velho de seis irmãos: Rui Celso, Lúcia, Pedro, Regina e Jô Cortez.
Tem um impressionante currículo que inclui 66 peças teatrais, 20 telenovelas, seis minisséries, 28 filmes e vários prêmios, entre eles cinco Molière - a mais importante premiação do teatro brasileiro.

Atuação nos palcos:
Raul Cortez encenando A Hora e a Vez de Augusto Matraga, em 1986.
Ia ser advogado, mas aos 22 anos decidiu trocar os tribunais pelo palco. A estreia foi em 1955 e no ano seguinte já fez o primeiro papel no cinema, em O Pão que o Diabo Amassou. Em 1969 encarnou um travesti na peça Os Monstros e em 1970 fez o primeiro nu do teatro brasileiro em O Balcão, de Jean Genet.

Na década seguinte recebeu vários prêmios, mas a consagração veio da mão da peça Rasga Coração (1979), no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. Última escrita pelo mestre Oduvaldo Vianna Filho, na qual contracenou com Lucélia Santos, interpretando o amargurado funcionário público e ex-militante comunista Maguary Pistolão. A cena final, escrita por Vianinha, foi marcante: o funcionário público aparece nu amarrado por cordas nos pés e dependurado no ponto mais alto do palco.

Televisão:
Após participar de algumas novelas nas TVs Excelsior, Bandeirantes e Tupi, Raul Cortez estreou na Rede Globo em outubro de 1978 no especial "Ciranda, Cirandinha" no papel do pai de Tati, personagem principal vivida pela atriz Lucélia Santos. Dois anos depois, em 1980, protagonizou ao lado de Reginaldo Faria a novela de Gilberto Braga, Água-Viva, na qual interpretou o cirurgião plástico Miguel Fragonard. Com este trabalho alcançou notoriedade e reconhecimento do público, tornando-se uma estrela da televisão.

Para isso também contribuíram papéis em Baila Comigo (1981), de Manoel Carlos - um amigo de 40 anos, que chegou a convidá-lo para participar de Páginas da Vida - e Partido Alto (1984), primeira novela de Aguinaldo Silva, que o consagrou em Senhora do Destino como o elegante Pedro Correia de Andrade e Couto, o "Barão de Bonsucesso".

Os mega-vilões Virgílio Assunção, de Mulheres de Areia (1993), e Jeremias Berdinazzi, de O Rei do Gado (1996), aumentaram a fama internacional, particularmente na Rússia, onde ambas as novelas atingiram enorme audiência no país. Terra Nostra, a trama mais vendida da Rede Globo, o levou aos cinco continentes com outro italiano: Francesco Magliano.

Em 2005, foi preciso suspender a participação em Senhora do Destino, devido ao avanço da doença que causaria a morte, mas tudo parecia relativamente resolvido, pois ainda retornaria às telas interpretando Antônio Carlos, na minissérie JK, a biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek.

É considerado um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos. Raul morreu às vésperas de completar cinquenta anos de carreira, em decorrência do agravamento de um câncer no pâncreas, contra o qual lutava há cerca de quatro anos.
Apesar de ser descendente de espanhóis, foram marcantes os personagens italianos em telenovelas como O Rei do Gado, Terra Nostra e Esperança.

Doença e morte:
Em dezembro de 2004, Cortez foi operado para a remoção de um tumor na região do pâncreas e do intestino delgado, seguindo-se um tratamento quimioterápico. Em 30 de junho de 2006, foi novamente internado e veio a falecer no dia 18 de julho de 2006.
(Fonte: Wikipédia)